Lonely Hearts Club – Elizabeth Eulberg

imageAutor: ELIZABETH EULBERG
Editora:
Intrínseca
Tradutora: Marina Vargas
Ano: 2011
Edição: 1
Número de páginas: 240
Gênero: Infanto-Juvenil/Literatura Americana/Romance

Sinopse:

"Eu, Penny Lane Bloom, juro solenemente nunca mais namorar enquanto viver.
Tudo bem, talvez eu reconsidere essa decisão em dez anos, ou algo assim, quando não estiver mais morando em Parkview, Ilinois, nem frequentando a escola Mckinley, mas por hora, não quero mais saber de garotos. São todos a escória da humaninade, mentirosos e traidores. Sim, todos eles. A essência do mal. Claro que alguns parecem ser legais, mas, assim que conseguem o que querem, dão o fora em você e partem para o próximo alvo.
Então, cansei.
Chega de namorar.
Fim."
Como fazer uma resenha de um livro que já foi bem falado por todos por aí?! Difícil viu! Mas vamos tentar. O livro de Elizabeth possuí o título de referência do álbum dos Beatles - Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band – No qual a jovem Penny Lane usou para criar seu clube.
imagePenny é a caçulinha da família e seus pais são fanáticos por Beatles desde sempre, motivo no qual ela recebeu o nome em homenagem a eles, assim como suas irmãs mais velhas.
Os pais de Penny recebem todos os anos em sua casa um casal de amigos que sua mãe conheceu no Clube do Livro. Porém este casal possui um filho, chamado Nate, no qual Penny desde criança ouvira a frase: “Ahh que casalzinho mais lindo” “Quando crescerem vão se casar”.
Nate sempre fora na vida de Penny importante e chegou um momento em que os dois começaram a criar um relacionamento sério. Para Penny isso era um sonho se tornando realidade.
Penny resolve elevar seu nível de relacionamento com Nate programando uma noite maravilhosa com ele na sua casa com ausência de seus pais. Pronta para a noite de seus sonhos, Penny chega na sala de estar de sua casa, acende as luzes e tem a pior imagem que poderia ter em sua vida: Nate flagrado com outra garota ahn… sem roupas.

A partir daí você pode imaginar quais foram os sentimentos de Penny ao se deparar com essa cena de terror.

Eu me sentia perdida. Precisava me esconder. Fugir.
Só havia uma coisa que eu podia fazer para aliviar a dor. Recorri aos únicos garotos que nunca tinham me decepcionado. Os únicos caras que nunca partiram o meu coração, que nunca me desapontaram.
John, Paul, George e Ringo.
p. 19
Depois de cair na real, Penny faz um pacto a si mesma, nunca mais namorar nenhum garoto durante o ensino médio da escola McKinley. Penny conta toda a sua tragédia a amiga Tracy, que fica horrorizada com a situação, e também confusa pela amiga colocar na cabeça não namorar mais nenhum garoto durante o ensino médio.
Como toda escola normal, Penny era uma garota popular e descolada. Porém ela não fazia parte do grupinho destaque, aquele onde temos os garotos do futebol e suas namoradas sem personalidades animadoras de torcida.
Apesar disso, o cara mais popular e lindo da escola, possuía o armário do lado do seu e eles se davam bem, tirando o fato de que a namorada dele fora sua amiga de infância e a abandonou por ficar com ele. Quem aí nunca passou por isso? Ou fez isso?
Porém logo no primeiro dia de aula Diane, namorada de Ryan – o garoto lindo/popular/inteligente tudo de bom – fala com Penny depois de longos anos. Penny só resolve ser educada e conversa algumas palavras com ela.
Passara-se uns dias e o babado rola solto na McKinley, Diane e Ryan terminaram! Dá para imaginar ai aqueles “zum, zum” e as piriguetes do futebol já atacando o Ryan. E após isso, Diane convida Penny para fazer um lanche… sem saber o que fazer, ela aceita.
Dias depois, Diane e Penny voltam a se falar, e melhor Diane começa a fazer parte do grupo Lonely Hearts Club. E de quebra quando elas menos percebem o clube toma uma dimensão que Penny nunca iria imaginar, precisando ser pulso firme, ela elabora regras.

Quando isso acontece, logo entra aquelas meninas interesseiras e que só entram para saber das fofocas, sem o real interesse, Penny sente que precisa excluir, já que essas causam dano irreversíveis ao clube.


Eu parara de contar o número de pessoas no porão quando cheguei a quarenta. Isso deveria ter me deixado animada, mas eu não conseguia não me perguntar quem estava ali porque acreditava no LHC e quem estava porque éramos “o” assunto do momento na McKinley.
p.140
Esse paragrafo é em especial ao nosso Clube do Livro… – DEVANEIO
Mas será que todas as garotas integrantes vão conseguir ficar sem namorar durante todo esse tempo? E Penny e Nate, o que será que acontece com os dois? Será que Penny realmente esta afim de abrir mão dos garotos só porque Nate foi/é um otário?!
Para isso, você deve ler e matar essa sua curiosidade!
Gente o que falar do livro, eu adorei… apesar de ser completamente bobinho pelo fator idade haha, eu fiquei apaixonada pela forma em que a autora escreveu, as divisões que o livro possui com início de músicas. Enfim outro livro que me transportou para adolescência, tirando o fato de que não fiz parte de um clube desses haha.
O enredo é leve, e mantem um ritmo bom do início ao fim, nada daquelas coisa de quando esta perto do clímax a coisa vai que é uma bala, ela soube deixar isso bem feitinho nada de correria.
Eu recomendo a leitura para fãs de Beatles que gostem de um romance água com açúcar e para os jovens também, fica mais que a dica, leitura ótima para um domingo de preguiça!

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